sexta-feira, 7 de novembro de 2008

Você sabia ?


1° Cada tonelada de papel reciclado evita a derrubada de 16 a 30 árvores, em média.

2° O plástico mata mais de um milhão de aves e milhares de mamíferos marinhos a cada ano, porque é imgerido, por engano, pelos animais.

3° Uma mesma lata de alumínio pode ser prensada novamente inúmeras vezes. Não há limite. Mas, jogada no lixo, ela não se corrói nunca.

4° A palavra LIXO, derivada do termo latim lix, significa "cinza".

5° A energia economizada com a reciclagem de uma única garrafa dá para manter acesa por 4 horas, uma lâmpada de 100 Watts.

6° O lixo médio anual de uma pessoa é: 90 latas de bebidas, 2 árvores transformadas em papel, 107 frascos em geral, 70 latas de alimentos, 45 Kg de plástico, 10 vezes seu próprio peso em refungos domésticos.

7° Apenas 1% do óleo consumido no mundo é reciclado.

8° Uma minhoca cresce, aproximadamente, 7,5 cm e come o equivalente ao seu peso em lixo a cada 24 horas.

9° A quantidade despejada no solo, a cada três semanas, pela troca de óleo dos carros, é cerca de 41 milhões de litros.

10° No Brasil, a cada ano, são disperdiçados R$ 4,6 porque não se recicla tudo o que se deveria reciclar.

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Leandro

Olá, meu nome é Leandro Souza Silva. Tenho 16 anos de idade e minha comida predileta é Macarronada e Lasanha. As coisas que eu mais gosto de fazer são ver televisão de madrugada, sair, jogar futebol, etc. Minhas músicas preferidas são perfume, de Belo e Coração aberto de Jeito Moleque.

domingo, 2 de novembro de 2008

Texto: Lixo de Luis Fernando Veríssimo

Encontram-se na área de serviço. Cada um com seu pacote de lixo. É a primeira vez que se falam

— Bom dia...

— Bom dia.

— A senhora é do 610.

— E o senhor do 612.

— É.

— Eu ainda não lhe conhecia pessoalmente...

— Pois é...

— Desculpe a minha indiscrição, mas tenho visto o seu lixo...

— O meu quê?

— O seu lixo.

— Ah...

— Reparei que nunca é muito. Sua família deve ser pequena...

— Na verdade sou só eu.

— Mmmm. Notei também que o senhor usa muita comida em lata.

— É que eu tenho que fazer minha própria comida. E como não sei cozinhar...

— Entendo.

— A senhora também...

— Me chame de você.

— Você também perdoe a minha indiscrição, mas tenho visto alguns restos de comida em seu lixo. Champignons, coisas assim...

— É que eu gosto muito de cozinhar. Fazer pratos diferentes. Mas como moro sozinha, às vezes sobra...

— A senhora... Você não tem família?

— Tenho, mas não aqui.

— No Espírito Santo.

— Como é que você sabe?

— Vejo uns envelopes no seu lixo. Do Espírito Santo.

— É. Mamãe escreve todas as semanas.

— Ela é professora?

— Isso é incrível! Como foi que você adivinhou?

— Pela letra no envelope. Achei que era letra de professora.

— O senhor não recebe muitas cartas. A julgar pelo seu lixo.

— Pois é...

— No outro dia tinha um envelope de telegrama amassado.

— É.

— Más notícias?

— Meu pai. Morreu.

— Sinto muito.

— Ele já estava bem velhinho. Lá no Sul. Há tempos não nos víamos.

— Foi por isso que você recomeçou a fumar?

— Como é que você sabe?

— De um dia para o outro começaram a aparecer carteiras de cigarro amassadas no seu lixo.

— É verdade. Mas consegui parar outra vez.

— Eu, graças a Deus, nunca fumei.

— Eu sei. Mas tenho visto uns vidrinhos de comprimido no seu lixo...

— Tranqüilizantes. Foi uma fase. Já passou.

— Você brigou com o namorado, certo?

— Isso você também descobriu no lixo?

— Primeiro o buquê de flores, com o cartãozinho, jogado fora. Depois, muito lenço de papel.

— E, chorei bastante. Mas já passou.

— Mas hoje ainda tem uns lencinhos...

— É que eu estou com um pouco de coriza.

— Ah.

— Vejo muita revista de palavras cruzadas no seu lixo.

— É. Sim. Bem. Eu fico muito em casa. Não saio muito. Sabe como é.

— Namorada?

— Não.

— Mas há uns dias tinha uma fotografia de mulher no seu lixo. Até bonitinha.

— Eu estava limpando umas gavetas. Coisa antiga.

— Você não rasgou a fotografia. Isso significa que, no fundo, você quer que ela volte.

— Você já está analisando o meu lixo!

— Não posso negar que o seu lixo me interessou.

— Engraçado. Quando examinei o seu lixo, decidi que gostaria de conhecê-la. Acho que foi a poesia.

— Não! Você viu meus poemas?

— Vi e gostei muito.

— Mas são muito ruins!

— Se você achasse eles ruins mesmo, teria rasgado. Eles só estavam dobrados.

— Se eu soubesse que você ia ler...

— Só não fiquei com eles porque, afinal, estaria roubando. Se bem que, não sei: o lixo da pessoa ainda é propriedade dela?

— Acho que não. Lixo é domínio público.

— Você tem razão. Através do lixo, o particular se torna público. O que sobra da nossa vida privada se integra com a sobra dos outros. O lixo é comunitário. É a nossa parte mais social. Será isso?

— Bom, aí você já está indo fundo demais no lixo. Acho que...

— Ontem, no seu lixo..

— O quê?

— Me enganei, ou eram cascas de camarão?

— Acertou. Comprei uns camarões graúdos e descasquei.

— Eu adoro camarão.

— Descasquei, mas ainda não comi. Quem sabe a gente pode...

— Jantar juntos?

— É.

— Não quero dar trabalho.

— Trabalho nenhum.

— Vai sujar a sua cozinha.

— Nada. Num instante se limpa tudo e põe os restos fora.

— No seu lixo ou no meu?

Texto extraído do livro “O Analista de Bagé”, L&PM Editores – Porto Alegre, 1981, pág. 83.

Texto: Lixo

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Tempo de decomposição do lixo no meio ambiente

Decomposição do Lixo

A poluição constante das águas do rio, do solo e do ar está causando muitos efeitos nocivos à nossa saúde e ao meio Ambiente. Muitos materiais podem ser reaproveitados. O plástico, vidro, papel e metais, podem ser reciclados e transformados em produtos novos, com um custo bem mais baixo ao consumidor.
Por isso, prefira sempre adquirir produtos em embalagens recicláveis. Elas economizam energia elétrica, poluem menos e utilizam menos recursos naturais não renováveis para a sua fabricação. Veja a seguir o tempo que cada material leva para se decompor:

Mais Informações abaixo:

Papel: 3 a 6meses

Jornal: 6 meses

Palito de madeira: 6 meses

Toco de cigarro: 20 meses

Nylon: mais de 30 anos

Chicletes: 5 anos

Pedaços de pano: 6 meses a 1 ano

Fralda descartável biodegradável: 1 ano

Fralda descartável comum: 450 anos

Lata e copos de plástico: 50 anos

Lata de aço: 10 anos

Tampas de garrafa: 150 anos

Isopor: 8 anos

Plástico: 100 anos

Garrafa plástica: 400 anos

Pneus: 600 anos

Vidro: 4.000 anos

Tempo de decomposição de resíduos em Oceanos

Papel Toalha: 2 a 4 semanas;

Caixa de Papelão: 2 meses;

Palito de Fósforo: 6 meses;

Restos de Frutas: 1 ano;

Jornal: 6 meses;

Fralda Descartável: 450 anos;

Fralda Descartável Biodegradável: 1 ano;

Lata de Aço: 10 anos;

Lata de Alumínio: não se corrói;

Bituca de Cigarro: 2 anos;

Copo Plástico: 50 anos;

Garrafa Plástica: 400 anos;

Camisinha: 300 anos;

Pedaço de Madeira Pintada: 13 anos;

Bóia de Isopor: 80 anos;

Linha de Nylon: 650 anos;

Vidro: tempo indeterminado;

Lixo radioativo: 250 anos ou mais

Maicon Gomes


Gosto de dormir, estudar (física), pertubar os meus colegas de sala, atormentar o juízo da professora de português (rsrsrsrsrsrs), viajar, Rock. Moro no Meia-Noite (por isso a foto).




Yago


Meu nome é Yago Felipe, tenho 16 anos de idade e gosto de fazer muitas coisas. Gosto de ir ao Shopping, a praia (Itacoatiara), gosto muito de jogar vídeo game (o melhor jogo de PlayStation 2 é God of War 1 e 2), de PC, internet. Gosto de todos os tipos de comida. Meus estilos de músicas preferidas são: pagode e funk. Curto muito Zeca Pagodinha, Xupa que é de Uva, Cláudia Leite.